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[6ª ed.] INTECOOP: líderes técnicos das coops se preparam para falar com a nova geração do agro

  • anaclaramarcal
  • 2 de jun. de 2023
  • 3 min de leitura

Atualizado: 10 de jul. de 2023



Como já abordamos em outras edições, o perfil do produtor tem mudado nos últimos anos. Ele está cada vez mais jovem, conectado, analítico, escolarizado e digitalizado. E a conversa com essa nova geração requer estratégias diferentes de comunicação das que têm sido praticadas ao longo dos últimos anos.


Foi sobre isso que os gerentes técnicos das cooperativas participantes do programa ESCALA discutiram no 3º INTECOOP, realizado entre os dias 22 e 23 de novembro, em São Paulo. Nesta edição do ESCALA NEWS, você fica por dentro dos principais temas abordados no evento.


Conexão e exponencialidade


Com a evolução exponencial do mercado, conectividade, digitalização e velocidade são os novos imperativos que devem ser levados em conta na hora de se pensar em qualquer um de seus setores, como o do agronegócio.

Novas tecnologias surgem com mais frequência, provocando transformações, como as elencadas pelo futurista Peter Diamandis: digitalização, decepção, disrupção, desmonetização, desmaterialização e democratização. Nesse contexto, novas estratégias de propaganda são as catalisadoras para bons negócios.



Arte: ZMP Consultoria



É disso, dentre outras coisas, que a engenheira agrônoma e influencer do agro, Camila Lima; e o também engenheiro agrônomo referência em tecnologia e inovação no agro, Bruno Dupin, trataram em suas apresentações no INTECOOP.


Pensar em comunicação para essa nova geração deve passar por estratégias que permeiem as novas redes sociais e tecnologias. Como temos tirado proveito delas para desenvolver nossos processos de aquisição de produtos, escoamento da produção ou treinamento dos cooperados, por exemplo?


Quem é essa nova geração?



Além da maior abertura para que essa geração possa apresentar e executar ideias diferentes; incentivos ao cooperativismo e projetos de formação, a comunicação aparece como peça-chave nos pontos levantados pela engenheira agrônoma para que as cooperativas conquistem esse novo produtor.


Mas como chegar em um público hiperconectado, que dispõem de excesso de informações e pouca atenção?




Seres emocionais


É preciso que as cooperativas façam mais do que apenas comunicar: a estratégia tem que passar pelo encantamento e pela conexão emocional. Afinal, são as histórias aquelas capazes de estimular a atenção do nosso cérebro. É onde entra o storytelling, abordado pela mentora, escritora, professora e empresária da área de comunicação e marketing para negócios, Martha Terenzzo, durante o evento.


O storytelling, conhecido como a “arte de contar histórias”; é uma excelente ferramenta para desenvolver a comunicação entre pessoas, empresas e clientes, uma vez que somos seres emocionais e nos conectamos com histórias. É ele, também, quem pode agregar ainda mais valor a uma marca ou produto.


Seus ingredientes básicos são um contexto e conceito claros, personagens que geram conexão e um momento de conflito. Já o uso pode acontecer dentro e fora das redes sociais, para passar ou reforçar o legado/missão/valores da empresa; a história da sua fundação; apresentar novos produtos ou serviços; contornar crises; reuniões com clientes/cooperados; valorizar ideias entre tantos outros.


Exemplos de storytelling no setor agropecuário



Mercado de biológicos


Outro destaque apresentado no INTECOOP foi quanto a força que o mercado de biológicos tem ganhado nos últimos anos. Ele saltou de R$ 369 milhões, em 2017, para R$3 bilhões, em 2022, conforme dados da Kynetec.


Expressão dessa força tem sido os anúncios de aquisições feitas pela Corteva neste ano. O primeiro foi a compra da Symborg, empresa especialista em tecnologias microbiológicas. O segundo é a aquisição do Grupo Stoller, referência em micronutrientes e nutrição, além de biológicos. A expectativa para a conclusão desta compra é do primeiro semestre de 2023.



“O biológico é um mercado que cresce em dois dígitos e ainda tem muito a se desenvolver. Ele vem nessa linha de um complemento para maior sustentabilidade da produção de diversos cultivos” Fábio Ribeiro/gerente de marketing da Corteva

Contribuindo para o desenvolvimento desse mercado e o aumento da produtividade das lavouras, a Corteva lançou o inseticida biológico Tezpetix Beauve, responsável pelo controle da cigarrinha-do-milho e do percevejo barriga-verde. O produto tem a Cepa BB 15 adaptada às condições tropicais do país na composição.





“A Corteva traz mais uma ferramenta no controle das cigarrinhas para o controle de enfezamento na cultura do milho. Com o Tezpetix Beauve, o produtor vai ter um conforto de ter um inseticida biológico que vai ajudar no manejo de controle dessa praga que causa imensos prejuízos a vários agricultores das cooperativas atendidas pela Corteva” Flávia Vieira/gerente de agronomia de campo da Corteva

ESCALA + cooperativas: parceria de resultados


Com o programa ESCALA, as cooperativas ficam por dentro das novidades do mercado e contam com o apoio para se desenvolverem ainda mais e fortalecerem seus vínculos com os cooperados.


Esse foi mais um ESCALA NEWS. Voltaremos no próximo mês com mais conteúdo exclusivo para as cooperativas do programa ESCALA.





 
 
 

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